30 outubro, 2005

:: Ternura ::

Em meus momentos de ócio, onde os devaneio se perdem em palavras abstrusas, criei a seguinte sentença:

"Embora teu coração não conheça o sabor da perfídia, é com esplendor que ostento minha augusta ternura por ti, e impávido, proteger-te-ei de quaisquer vilezas."

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